http://prezi.com/gecu9kobjxhz/edit/?auth_key=b713hjg&follow=djd4ic0s5xrg#47_44875621 O trabalho mencionado no link acima, refere-se a três casas.A casa 1 é da MAIRA e JAIR; casa 2 é JÉSSICA e FRANCIELLE; casa 3 é RAPHAEL e POLIANA.
Pensando na proposta dada pelo professor, optamos por reivindicar o espaço publico onde pode ser aproveitado da melhor forma, sendo ele, a lagoa da pampulha, onde, visamos torna-la nadavel, colocar chuveiros para ser refrescar, banheiros publicos, bebedouros , mais bancos , mais quiosques, criar pista de ciclismo ao redor de toda lagoa, colocar barcos de pequeno porte , criar também uma ponte sobre a lagoa facilitando o acesso ao outro lado.
Em breve postaremos mais idéias e fotos do nosso projeto...
Pensando na proposta dada pelo professor, cujo o tema era Arquitetura Parasita no hipercentro de Belo Horizonte, desenvolvi uma lanchonete popular debaixo do Viaduto de Santa Tereza.
Dependende... Uma pessoa por exemplo, existem pessoas que mudam o comportamento dependendo do lugar que estão. Outras continuam sendo a mesma pessoa em qualquer lugar. Já pensando na arte, acho que acontece o mesmo. Uma obra de arte pode mudar seu significado de acordo com o lugar que está e até mesmo de acordo com o público para a qual está sendo exposta. Baseando na pesquisa que fiz sobre a artista Sofia Borges, vi que em suas obras ela mesma cria esse ambiente diferente. Ela manipula o tempo de exposição, temperatura da cor, quantidade de luz, técnica de composição, e outras coisas que dependendo de todos esses fatores a obra pode sim ter um significado diferente de um lugar pro outro.
Na quarta-feira passada, 06/03/13, nossa aula da matéria de Apresentação Gráfica foi realizada no Palácio das Artes. Fomos visitar, com o professor Matheus, a exposição 30ª Bienal de São Paulo – A iminência das poéticas – Seleção de obras. A turma foi dividida em 10 grupos, no qual cada um apresentou sobre um dos artistas. Meu grupo escolheu a artista Sofia Borges. Sofia Borges é uma Brasileira, que nasceu 1984, em Ribeirão Preto e Vive em São Paulo. Suas obras situan o espectador em um ponto intermediário entre o que seria a fotografia e seu espaço de instauração, ela cria um ambiente rarefeito de envolvente estranhamento – que parece colocar nossa percepção em estado de iminência e suspensão. Compostas a partir da manipulação explícita e bem elaborada de procedimentos específicos do meio fotográfico – tempo de exposição, temperatura de cor, quantidade de luz, técnica de composição –, as imagens criadas pela artista evocam uma atmosfera ao mesmo tempo distante e familiar, que embaça a fruição e nos impede de apontar com clareza se estamos diante de um instantâneo casual ou de uma elaborada abstração formal. A exposição possui obras de vários artistas de características bem variadas, com diferentes significados e formas... Foi um passeio interessante, descobri uma nova forma de ver a arte, e que a arte possui diversas maneiras de ser expressada, de forma que nunca imaginamos..